Knight Fanfiction 02
E heis que nos chega a segunda Knight Fanfiction. Esta é da autoria da nossa cute Misa-Chan. Onde podemos ver que é mais uma Luis Lover!(Mas todos amam o Luis? XD)Só tenho uma perguntinhas à Misa-Chan, eu juro que ela não mora comigo (acho XD) Mas está totalmente fiel a como a Rafa-sama actuaria e o Luís... nem se fala XD Mas.... Focando-nos sobre a história, esta é uma bem cute e divertida. Intitulada ''A Inspectora Conhece Rafaela Knight'' deixo um dia bem diferente para todos vós onde de certeza que vão ler e chorar por mais. Mas será que esta história acaba aqui? ^3^)''8
Quem sou eu? Uma desconhecida. Encontrava-me sentada ao balcão de um bar a escrever no meu bloco de notas. A mulher por detrás deste observou-me de soslaio. A sua desconfiança era me desconfortável.
Porque estava ali? Sou uma investigadora e andava a investigar um caso confidencial.
O cheiro a cerveja era forte. Ao meu lado um homem bebia a segunda cerveja e ainda não tinha parado de tentar meter conversa comigo. Eu apenas acenava com a cabeça
Levantei-me por fim depois de pagar o chá gelado que tinha bebido. O chão rangeu enquanto caminhava para a saída. Entrei no carro e observei a pasta com os documentos do caso. Para me ajudar devia falar com os Knight. Não fazia ideia quem eram mas sabia serem preciosos para a solução.
Quando consegui contactar um dos membros, Luís Knight ele dissera-me apressado que eu tinha de tomar conta da Rafaela. Tentei explicar-lhe que estava equivocado. Que não sabia quem era a Rafaela e que ele não me conhecia sequer. Ele não percebeu e eu depois de tentar desfazer o mal entendido durante toda a manhã não conseguira contacta-lo de novo... De qualquer das maneiras o homem tinha-me confiado tomar conta de um dos membros da família e podia ser-me muito útil. Descobrira rapidamente onde ela estudava. Agora conduzindo para a escola de Rafaela Knight a vontade de rir era enorme.
Entrei na escola para saber os horários. Dali a meia hora Rafaela estaria saindo. Falei imenso com a secretária à entrada e consegui ter acesso a uma fotografia da menina.
O toque um pouco melancólico da saída invadiu o silêncio do fim da manhã.
Rafaela caminhava devagar com uma menina ao seu lado. Os seus olhos desviavam-se por vezes à procura de alguma coisa.
Aproximei-me delas.
- Olá, Rafaela. - disse sorrindo. - O meu nome é Misaki e o Luís pediu-me para cuidar de ti.
Rafaela olhou-me desconfiada. Parece que a desconfiança era o sentimento do dia. Depois para minha surpresa os seus olhos abriram-se de admiração quando eu tirava os óculos escuros.
- Misaki?! Esse nome é japonês! És japonesa?
Suspirei um pouco aliviada. A pequena estava estranhamente contente.
- Sou mestiça...
- Kawaii! Andas com o meu tio? - perguntou com uma expressão ainda desconfiada mas impregnada de entusiasmo. Ela tinha mesmo acabado de dizer kawaii? A amiga dela encolheu os ombros com um sorriso quando olhei para ela.
- Não... Rafaela-chan podemos ir? - perguntei tentando agarrar-me ao novo conhecimento que tinha dela.
- Hai! Vou ralhar com o tio Luís por não me ter dito que tem uma amiga japonesa!
O dia vai ser longo, pensei. Fomos para o carro. Já lá dentro perguntei se tinha fome. Ela disse que sim então levei-a a um restaurante. Tinha de contar a verdade mas naquele momento não sabia se seria boa ideia.
- Como correu a escola?
- Foi normal. - disse Rafaela acabando o sumo. - Obrigada pelo almoço, Misaki-san!
- Rafaela-chan, o teu tio nunca me contou, mas o que a tua família faz?
- Se ele não contou eu não sou a melhor pessoa para o fazer... - disse ela apreens iva.
- Entendo... Achas que podemos ir chateá-lo mais tarde? Tenho umas coisas para lhe mostrar.
- Claro! Como é que conheceste o tio Luís?
Finalmente tinha conseguido o que queria. Ia conseguir falar com o Luís e continuar a investigar o caso. A minha missão naquele momento era continuar a cuidar da Rafaela. E infelizmente continuar a mentir.
- Longa história... Queres ir ao cinema?
- A sério? Podemos?
- Sim... - a ideia era boa. Pelo menos por uma hora eu não precisaria responder a nada.
No intervalo do filme, Rafaela não falou mas estava inquieta.
- Está tudo bem? - eu não tinha jeito para crianças e com a Rafaela não era exceção.
- Vou à casa de banho.
Assim que ela desapareceu espreitei o visor do telemóvel. Tinha 7 chamadas não atendidas! Outra chamada apareceu e eu sem já reconhecer o número saltei para fora da sala e atendi.
- Onde está a Rafaela?!! Quem és tu?
- Luís! Finalmente percebeu. Sou uma investigadora criminal e parece que estou a cuidar da Rafaela-chan. - era impossivel não sorrir. Depois de toda a conversa com a pequena Knight tinha ficado com curiosidade acerca do tio dela.
- Investigadora criminal? Podia ser... É sobre o caso...?
- É. Desculpe por raptar a Rafaela. - ri-me e olhei para a mesma que me observava confusa. - É o teu tio.
- Ah! Posso falar com ele?
Passei-lhe o telemóvel. O que aconteceu a seguir eu não esperava.
- A Misa-san é um máximo! Estou chateada contigo. Não me contaste nada! Isto foi tudo um plano não foi? Querias que eu a conhecesse!
Gesticulei vários não mas ela não ligou sorrindo abertamente para mim. Estava a contar-lhe tudo. Eu estava fora do meu domínio. Não tinha mais controlo sobre nada.
Deixámos o filme a meio e esperámos o Luís chegar. Qua ndo o vi pela primeira vez ri-me a bom gosto. Era realmente aquele homem com quem tinha falado? Trazia uma pasta que presumi ser as e vidências que precisava. Todo ele parecia um trapo. Coitado. Consegui ver um pouco dele na Rafaela. Ela tinha ido esconder-se para se vingar do tio.
- Onde está a Rafaela?
- Vejo que cumprimentos não é consigo.
Ele suspirou e recomeçou:
- Boa tarde inspetora.
- Boa tarde. A Rafaela escondeu-se. Pelo que deve ter percebido ela pensa que somos amigos.
- Sim...
- Tenho de ir... Contar-lhe demoraria por isso peço para fingir que somos mesmo. Desapareço e volta tudo à normalidade.
- Tio Luís! - Rafaela atirou-se às costas dele para o assustar.
Depois das brincadeiras que daí começaram, Luís entregou-me a pasta.
- Luís, Rafaela, tenho de ir.
- Pois. Rafaela despede-te da ins... Misa!
- Que pena... Adeus Misa-san! Obrigada por t udo. - a Rafaela era mesmo uma boa menina.
- Adeus. - acenei e afastei-me.
Rafaela exaltada dizia qualquer coisa ao tio. Parei ao ver Luís correr na minha direção.
- Ela acha que não me despedi convenien...
- Ela parece muito esperta.
- Sim...
O constragimento de ambos era óbvio perante o olhar da peque na. Eu não podia estar constra ngida. Não conhecia o homem se quer. Mesmo que Rafaela tenha passado as horas que estivemos juntas a falar dele e da família.
Tinha de fazer alguma coisa. Pousei a mala no chão e abracei-o.
- Adeus. - disse e apartei-me dele. Peguei na mala e em passo rápido fui para o carro.
Rafaela murmurou algo ao tio e eu inconscientemente percebi.
Devias telefonar-lhe para ir lá jantar.
Sim, devia.
Me pergunto como os Knight est ão hoje em dia. Posso não ter ido jantar com eles, mas o meu número de telemóvel não mudou ;)
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